Exposições e Visitas Guiadas do Núcleo de Memória no Corredor Cultural 2025

Imagem
Exposições e Visitas Guiadas

Entre os dias 4 a 7 de novembro de 2025, o Núcleo de Memória participa do Corredor Cultural, evento que marca oficialmente o projeto Gávea do Rio, que tem o objetivo de integrar o campus a outras instituições culturais da região. A programação é gratuita e aberta ao público.

O Núcleo promove quatro atividades: as Rodas de Memória (ver aqui a programação), as Visitas Guiadas e as exposições "Nossos Olhares, Nossas Histórias" e "Favelas em Foco: Memória e Acervo".

 

Corredor Cultural da Gávea do Rio - Edição 2025

Imagem
Corredor Cultural da Gávea do Rio - Edição 2025
Publicação

A PUC-Rio promove de 3 a 7 de novembro de 2025 a segunda edição do Corredor Cultural, evento que marca oficialmente o projeto Gávea do Rio, que tem o objetivo de integrar o campus a outras instituições culturais da região. A programação é gratuita e aberta ao público.


Será uma semana repleta de atividades, entre elas, exposições, feiras, oficinas, performances, música e mesas-redonda.

Falecimento do prof. Silvio Tendler (COM)

Imagem
Publicação

Nota da equipe da Produtora Caliban:

Hoje, a Caliban se despede de seu fundador, o documentarista, utopista e admirador da vida, Silvio Tendler. Ele partiu aos 75 anos, após 57 de dedicação ao cinema nacional.

Silvio deixa uma filha, um neto, mais de cem obras, incontáveis amigos, centenas de ex-alunos, uma legião de fãs e a semente da justiça social plantada em todos nós.

O velório acontecerá no domingo, dia 7 de setembro, às 11h, no Cemitério Israelita do Caju.

Com amor,
Equipe Caliban

Nota de pesar do Reitor pe. Anderson Antonio Pedroso S.J.:

A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) lamenta, com profundo pesar, o falecimento do cineasta Silvio Tendler, ocorrido neste 5 de setembro de 2025, no Rio de Janeiro.

Ex-aluno de Direito e, posteriormente, do curso de Comunicação da PUC-Rio, Silvio Tendler dedicou mais de quatro décadas à docência em nosso Departamento de Comunicação Social, onde fundou o curso de Cinema e inspirou gerações de estudantes. Reconhecido como um dos principais documentaristas brasileiros, sempre uniu sua obra a valores de memória, justiça social e cultura, em sintonia com a missão da Universidade.

A PUC-Rio expressa sua solidariedade à família, aos amigos e à comunidade cultural neste momento de perda, e rende gratidão por sua contribuição acadêmica e humana, que permanecerá viva na história da Universidade.

Nota do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio:

Silvio Tendler, cineasta da utopia.

Um dos principais documentaristas brasileiros, o cineasta Silvio Tendler era reconhecido como “o cineasta dos sonhos interrompidos”. Registrou em seus filmes a ascensão e queda de figuras fundamentais da vida política nacional, como os presidentes João Goulart, Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves. Paralelamente à atuação como documentarista, foi professor do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio, por 40 anos, de 1979 a 2019, e participou da fundação do curso de Cinema, em 2005.

 – Ensinar é viver. E viver é muito bom. Aprender a ter os prazeres da vida, saber que trabalhar em cinema não é apenas uma profissão, é um grande prazer, de você poder contar histórias, conhecer gente, viajar, conhecer lugares. O cinema me deu muito – declarou Tendler em 2012, quando o DCOM celebrou 60 anos de criação. 

 Homenageado na PUC-Rio em 2019 pelas mais de cinco décadas de carreira dedicada ao cinema documental, Tendler realizou mais de 80 obras para cinema e televisão. Em 2019, uma mostra do Departamento de Comunicação homenageou os 51 anos do primeiro documentário de Tendler, “Entrevista com João Cândido” (1968), sobre a Revolta da Chibata. Em quatro dias, o cineasta exibiu filmes inéditos e recém-finalizados, recebeu convidados e professores para debates.

– A alegria de viver, o humor de Silvio Tendler eram um antídoto contra a  casmurrice que acomete por vezes a vida acadêmica. Sua fina ironia desmontava sutilmente os clichês, as certezas do senso comum. Tive a sorte de ter sido sua colega durante quatro décadas, de acompanhar seu entusiasmo como professor, transmitindo a cada nova geração a paixão pelo cinema: paixão pela força das imagens como registro e instrumento de transformação da história – lembra a professora Vera Follain Figueiredo (PPGCOM/PUC-Rio).

 Sua trajetória cinematográfica sempre esteve atrelada à política. Em 1970 exilou-se no Chile, entusiasmado com a vitória do presidente Salvador Allende, e depois na França, onde deu continuidade aos estudos sobre cinema. Entre os principais projetos estão os longas “Os Anos JK” (1980), que começou a desenvolver quando retornou da França no fim da década de 1970, “Jango” (1984), sucesso nacional de bilheteria, e “Tancredo, a travessia” (2011). Também visitou o cinema e as ideias de Glauber Rocha em “Glauber o filme, labirinto do Brasil”, lançado em 2003.

 De volta ao Brasil, em 1981 fundou a Caliban Produções Cinematográficas, produtora e distribuidora de cinema e vídeo dedicada a filmes documentais históricos e sociais, como “Utopia e barbárie” (2010), e “O futuro é nosso!” (2023), seu último longa. Foi produzido durante a pandemia, com entrevistas feitas por videochamada com trabalhadores, cientistas políticos, economistas, jornalistas, dirigentes sindicais e o cineasta britânico Ken Loach, sobre a precarização do trabalho. Os filmes do cineasta estão disponíveis gratuitamente no canal de Youtube da produtora. 

 Reconhecido pela atuação em projetos de preservação da memória política e cultural do país, o cineasta recebeu, em 2013, a Medalha Chico Mendes de Resistência, concedida pelo Grupo Tortura Nunca Mais e pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI). Também foi homenageado com a Medalha Pedro Ernesto (1984), o Troféu Margarida (1999), o Prêmio Salvador Allende (2005), a Medalha Tiradentes (2008) e o Prêmio Parceiros da Paz e da Sustentabilidade (2012). 

 O legado de Tendler é crucial na construção da memória audiovisual brasileira e deixa ensinamentos para profissionais e estudantes de Comunicação. Professor da disciplina Direção Cinematográfica/Documentário, Emílio Domingos destaca a importância da obra do cineasta na história do país:

 – Silvio Tendler é uma figura inspiradora, um homem que viveu intensamente o seu tempo, o seu cinema, o documentário. Inspirou muita gente. Ele fez filmes que pensaram o Brasil e o mundo, e teve muita coragem. Imagina um homem que fez “Jango”, um filme que denunciava a ditadura militar ainda durante o regime. É um criador inquieto, um homem à frente do seu tempo e que vai ficar para sempre por sua obra.

 Ex-professor e egresso do DCOM, Bernardo Uzeda ressalta a importância do documentarista em sua trajetória:

– É triste, especialmente para nós, do audiovisual, mas também para todos os brasileiros que se importam com a memória do Brasil, do cinema e do jornalismo. O Silvio tinha essa grande capacidade de agregar vários universos nos seus filmes e ensinamentos. Sempre foi muito entusiasta e carinhoso comigo. Convivi muito com ele tanto na época de aluno quanto como professor. É uma grande honra ter sido seu contemporâneo e colega, e devo muito a ele.

Como professor, colecionou momentos e conexões com os alunos. O cineasta e jornalista Marcio de Andrade lembra dos comentários nas provas e do incentivo a produzir filmes e documentários:

– Além de mestre e professor, ele era um amigo. O que fica são as risadas, as conversas. Sua obra é vastíssima, e temos que lembrar desta figura inteligente que conseguia articular pensamentos, valorizar a história deste país. Ele vai fazer muita falta. É uma grande perda.

A jornalista Gisele Rodrigues, ex-aluna e amiga desde os anos 1990, também lamenta a morte do mestre:

– Silvio Tendler era especial. Nos reuníamos para falar da vida, do trabalho e dos amores. Abria janelas nos corações e mentes de quem o ouvia. Generoso, transformou em som e imagem as impressões mais sensíveis, profundas, utópicas e provocadoras que tinha sobre as histórias que contava. Pouco falava dos problemas de saúde. Escolheu a bravura de resistir para continuar fazendo arte, como se a realidade o convocasse: vai, Silvio, seja forte, você é necessário e urgente. E ele foi. Presente, disponível, comprometido, insistente, realizador. Sua obra é eterna, como as doces lembranças da sua presença intensa e inspiradora.

 

Veja abaixo, em Saiba Mais, o artigo do prof. Sérgio Braga publicado no site "a terra é redonda".

Falecimento do pe. Francisco Ivern Simó S.J.

Imagem
Amigos de longa data, o Papa Francisco cumprimenta o pe. Ivern S.J. na residência dos Jesuítas no Sumaré. (26/07/2013). Fotógrafo Antônio Albuquerque. Acervo do Núcleo de Memória.
Publicação

Nota da Reitoria da PUC-Rio:

Com profundo carinho e gratidão, nos despedimos do Pe. Francisco Ivern Simó, S.J., aos 96 anos, após 81 anos dedicados à missão da Companhia de Jesus.

Exemplo de fé, lucidez e generosidade, ele marcou a história da PUC-Rio como vice-reitor por 14 anos, além de ter atuado à frente do Conselho de Curadores da Fundação Padre Leonel Franca e do nosso Conselho de Identidade e Missão.

Seu legado de espiritualidade, compromisso com a justiça social e cuidado com a identidade da Universidade continuará a inspirar nossa comunidade acadêmica.

Nos unimos em oração à Companhia de Jesus, aos amigos e a todos que foram tocados por sua presença, agradecendo a Deus pelo dom de sua vida entre nós.

Nota de pesar da Provícia dos Jesuítas do Brasil:

A Província dos Jesuítas do Brasil comunica, com pesar, o falecimento do Pe. Francisco Ivern Simó, SJ, ocorrido na manhã deste sábado (16), aos 96 anos de idade, dos quais 81 anos foram dedicados à missão jesuíta.

Francisco Ivern nasceu em 18 de julho de 1929, em Torredembarra, Tarragona (Espanha). E  ingressou na Companhia de Jesus em 14 de agosto de 1944, no Noviciado de Veruela, Zaragoza (Espanha). Ao final do biênio, em 15 de agosto de 1946, professou os primeiros votos e permaneceu em Veruela por mais dois anos, para realizar a etapa do Juniorado. Em 1949, o jesuíta foi enviado para estudar Filosofia no Sacred Heart College, em Shembaganur (Índia). Iniciava-se um sólido caminho de formação intelectual.

A etapa do magistério foi dedicada a realizar estudos de licenciatura em Ciências Sociais na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma (Itália), de 1952 a 1954, e, na sequência, licenciatura e doutoramento em Ciências Políticas e Sociais na Universidade de Lovaina, Bélgica (1954-1958). No segundo semestre de 1958,  Francisco Ivern foi enviado para estudar Teologia no Regis College, em Toronto (Canadá), ali permanecendo até 1962. Foi em Toronto que ele recebeu as ordens sacras do presbiterato, por imposição das mãos do Cardeal James McGuigan, arcebispo de Toronto, no dia 18 de junho de 1961. Neste tempo, realizou também o mestrado em Teologia na St. Mary’s University, em Halifax.

Pe. Ivern foi então destinado de volta à Índia ao final de 1962, para colaborar como membro do Indian Social Institude em Nova Délhi. No ano seguinte, realizou a etapa da Terceira Provação em Hazaribag (Índia), entre julho de 1963 e março de 1964. Foi admitido aos últimos votos, incorporando-se definitivamente à Companhia em 02 de fevereiro de 1965, em Nova Délhi. Permaneceu na Índia até 1968, tendo exercido as funções de diretor do Projeto Chotanagpur, em Ranchi, Bihar, e diretor da Equipe de Pesquisa da Ação da Igreja na área de Desenvolvimento Socioeconômico e Saúde (1966-1968), quando foi chamado a Roma.

Na capital italiana, Pe. Ivern atuou como assessor para o Apostolado Social e, a pedido do Pe. Pedro Arrupe, SJ, fundou e dirigiu o Secretariado Social para o Desenvolvimento Socioeconômico (JESEDES) da Companhia de Jesus, hoje Secretariado para a Justiça Social e Ecologia (SJES). Ele foi o primeiro Secretário para a Justiça Social da Companhia (1968 a 1974), até que foi eleito conselheiro-geral do Pe. Arrupe na 32ª Congregação Geral, exercendo a função até 1979.

Em 1979, Pe. Ivern foi destinado para o Brasil,chegando aqui em outubro, inicialmente para um período sabático, mas a missão demandou dele permanecer em terras brasileiras até o final de sua vida.

Uma vez no Rio de Janeiro (RJ), Pe. Ivern iniciou a colaboração como pesquisador social do Instituto Brasileiro para o Desenvolvimento Social (Ibrades), de 1979 a 1981. Concomitantemente, em 1980, recebeu a missão de consultor provincial na América Latina para a interpretação do Decreto 4 da 32ª Congregação Geral. Por sete anos, ajudou as diversas províncias do subcontinente a desenvolverem o apostolado social. Tornou-se uma referência em análise social e formação de agentes pastorais, em sintonia com a opção pelos pobres da Igreja latino-americana. Em 1981, foi nomeado diretor do Ibrades, permanecendo nesta função até 1993. 

Foi consultor da Província Brasil Centro-leste (BRC) por dois períodos, de 1982 a 1984 e de 1991 a 1992. Desenvolveu diversas funções importantes como membro da Comissão de Planejamento Apostólico da Província, revisor das Arcas, assistente nacional para o Apostolado Social, coordenador do Apostolado Intelectual da Província. Tinha apenas começado o trabalho como vice-reitor para o Desenvolvimento da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), quando foi nomeado provincial da BRC, em 1993. Nos seis anos de provincialado, dedicou-se à reorganização das obras apostólicas, fortalecendo sobremaneira o apostolado social e a articulação em redes.

Em 1999, concluindo o serviço como provincial da antiga BRC e uma vez mais confirmando o seu pioneirismo, Pe. Ivern foi nomeado primeiro presidente da recém-criada Conferência dos Provinciais da América Latina (Cpal). Lançou bases sólidas para uma maior colaboração interprovincial, que teve grande impulso a partir dos anos 2000.

Concluída a missão na Cpal, Pe. Ivern foi nomeado vice-reitor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro no início de 2006. Por catorze anos serviu à missão a partir da PUC-Rio, colaborando ainda como presidente do conselho de curadores da Fundação Padre Leonel Franca e presidente do Conselho de Identidade e Missão da universidade. Em 2018, ao concluir o serviço como vice-reitor, permaneceu dois anos colaborando como assessor da reitoria.

Com a idade avançada, necessitando de cuidados com a saúde, Pe. Ivern foi destinado para a Comunidade Nossa Senhora da Estrada, em São Paulo (SP). Desde 2020, recebeu cuidados com a saúde e dedicou-se a ouvir as pessoas e à oração pelo bem da Igreja e o povo de Cristo que tanto amou e serviu, especialmente os mais pobres. Não era homem das massas ou de grande popularidade, mas um jesuíta que, nos bastidores e no exercício das missões que lhe foram confiadas, atuou de maneira eficiente e direta, sem fazer alardes.

Despedida

A Companhia de Jesus agradece pela vida fecunda do Pe. Francisco Ivern Simó, SJ. Que o Senhor o acolha em sua infinita misericórdia e conceda consolo aos familiares, amigos e companheiros de caminhada.

A missa de exéquias será celebrada hoje (sábado, 16), às 15h, na Comunidade Nossa Senhora da Estrada. O sepultamento ocorrerá às 17h, no Jazigo dos Jesuítas no Cemitério Santíssimo Sacramento, em São Paulo (SP).

Falecimento da Professora Marília Rothier Cardoso (LET)

Imagem
Profa. Marília Rothier em palestra no Seminário Machado de Assis 1908 - 2008, em 03/09/2008. Fotógrafo Antônio Albuquerque.
Publicação

Nota de pesar da Reitoria da PUC-Rio:

A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) lamenta, com profundo pesar, o falecimento da professora Marília Rothier Cardoso, ocorrido neste 30 de julho de 2025.

Professora do Departamento de Letras e Artes da Cena da PUC-Rio e referência nacional nos estudos de crítica literária e cultura contemporânea, Marília dedicou sua vida ao ensino, à pesquisa e à formação de leitores, contribuindo para o fortalecimento da área de Literatura na Universidade e no país.

Autora de ensaios fundamentais, coordenadora de convênios internacionais e orientadora de gerações de pesquisadores, Marília Rothier foi também responsável por articular, com excelência, os vínculos entre arte, pensamento e sociedade.

A PUC-Rio expressa sua solidariedade à família, aos colegas, aos ex-alunos e à comunidade acadêmica neste momento de perda. Que sua memória siga inspirando o amor ao conhecimento, o compromisso com a linguagem e a busca por uma universidade mais crítica e aberta ao mundo.

Pe. Anderson Antonio Pedroso S.J., Reitor

Nota de pesar do Decanato do Centro de Teologia e Ciências Humanas da PUC-Rio:

Seguindo a nota encaminhada pela Reitoria da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), o Decanato do CTCH manifesta profunda tristeza pelo falecimento da querida professora Marília Rothier Cardoso, ocorrido neste 30 de julho de 2025. 

Marília foi professora do Departamento de Letras e Artes da Cena da PUC-Rio desde 1996, sendo figura de destaque nos estudos de crítica literária e cultura contemporânea. Sua dedicação ao ensino e à pesquisa sempre foi notável, além de muito querida e admirada por alunos, orientandos e colegas da área de Literatura na Universidade e no país.

Orientou trinta e duas teses de doutorado e quarenta e duas dissertações de Mestrado. Nos últimos anos, no âmbito de seu projeto de pesquisa apoiado pelo CNPq, "Escritas experimentais: trajetórias de construção conservadas nos arquivos", dedicou-se à elaboração de argumentos sobre os arquivos literários, tendo liderado importantes colaborações do Departamento com arquivos da cidade do Rio de Janeiro, em especial com a Casa de Rui Barbosa, onde ministrou disciplinas e examinou, ao lado dos nossos alunos, espólios de importantes escritores e escritoras.

O Decanato, por fim, também gostaria de expressar sua solidariedade à família, aos colegas, aos ex-alunos e à comunidade acadêmica neste momento de perda. Como afirmou o Reitor da PUC-Rio, "que sua memória siga inspirando o amor ao conhecimento, o compromisso com a linguagem e a busca por uma universidade mais crítica e aberta ao mundo".

Professor Luiz Camillo Osorio, Decano do CTCH

Nota de pesar do Departamento de Letras:

É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento da nossa querida professora Marilia Rothier Cardoso, ocorrido na madrugada de hoje.

Figura fundamental na história do Departamento de Letras e Artes da Cena da PUC-Rio, Marilia dedicou décadas à formação de estudantes e à pesquisa, sempre com delicadeza, inteligência e compromisso inabalável com a arte, a ética e o saber.

Sua gentileza, discrição e generosidade seguirão vivas na memória de todos que tiveram o privilégio de conviver com ela — colegas, alunas, alunos, amigas e amigos. Que sua trajetória luminosa continue a inspirar o nosso caminho.

Nossos sentimentos e solidariedade à família e aos entes queridos.

Participação do Núcleo de Memória na mesa-redonda Design from the Past, Insights for the Future

Imagem
Cartaz do evento Design from the past, Insights for the future.
Publicação

A mesa-redonda fez parte do evento Design Research and Innovation Week Lisbon'25, organizada pelo IADE – Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação da Universidade Europeia.

O Núcleo de Memória foi convidado pela professora Nádia Lima (IADE) a apresentar o projeto, os princípios e as atividades desenvolvidas ao longo dos 19 anos de existência do Núcleo.

Participaram a coordenadora de pesquisas Silvia Ilg Byington e os pesquisadores Clóvis Gorgônio e Eduardo Gonçalves, além dos palestrantes Octavio Alcântara (IADE/UNIDCOM) e Susana Santos (António Quadros Library/IADE).

Veja aqui um breve vídeo sobre a mesa-redonda.

 

Inscrever-se em